
“NÃO ESTAMOS DISPONÍVEIS PARA AUMENTAR AS DIFICULDADES DOS MUNÍCIPES E MUITO MENOS PARA GASTAR UM MILHÃO DE EUROS NUM MASTRO”: Artur Penedos
O PS votou contra o orçamento da Câmara de Paredes para 2010, que prevê o aumento dos impostos dos paredenses. Recorde-se que aquela autarquia vai impor ao povo taxas máximas no Imposto Municipal sobre Imóveis – dificultando, ainda mais, a vida das famílias - e estabelecer a Derrama máxima sobre os lucros das empresas (1,5%), complicando assim, ainda mais, a vida de quem desenvolve actividade económica no concelho.
O PS votou contra o orçamento da Câmara de Paredes para 2010, que prevê o aumento dos impostos dos paredenses. Recorde-se que aquela autarquia vai impor ao povo taxas máximas no Imposto Municipal sobre Imóveis – dificultando, ainda mais, a vida das famílias - e estabelecer a Derrama máxima sobre os lucros das empresas (1,5%), complicando assim, ainda mais, a vida de quem desenvolve actividade económica no concelho.
Em nome do PS, Artur Penedos destacou que “não aceitamos que, num momento tão difícil, em que as famílias e as empresas atravessam grandes dificuldades, em que o Governo procura criar condições para reduzir o peso dos impostos na actividade económica e, assim, aliviar as dificuldades que as famílias enfrentam, haja a menor tentação para se apresentar um orçamento que vai sobrecarregar e penalizar os paredenses”.
Justificou, ainda, o voto contra o orçamento paredense para o próximo ano, afirmando que “não estamos disponíveis para aumentar as dificuldades dos munícipes e muito menos para gastar um milhão de euros num mastro” – que designam de “monumento” – para comemorar a implantação da República com a colocação de uma bandeira, cobrando mais impostos aos munícipes. “Por mais estranho que possa parecer, Celso Ferreira quer gastar um milhão de euros na construção de um “pórtico”, com 100 metros de altura, para lá colocar a bandeira nacional”, afirmou.
A Presidente da Comissão Política do PS/Paredes, Luísa Tadeu, disse em declarações à TSF, que esta obra é «uma loucura, uma aberração e um insulto à pobreza».
Sem comentários:
Enviar um comentário