ARTIGO PUBLICADO NA ÚLTIMA EDIÇÃO DO JORNAL ACÇÃO SOCIALISTA

Necessidade ou … simples manobra de diversão?
A 13 e 14 de Março, o país viveu um momento de grande suspense político, nomeadamente com a realização do Congresso do PSD e com as expectativas, legítimas, dos portugueses, sobre as soluções que um partido do “arco do poder” teria para apresentar.
Fizeram-nos crer que os candidatos no terreno, quatro, poderiam sair de cena (para que o professor, «D. Sebastião como lhe chamaram os seus companheiros», pudesse, sem esforço ou confronto, assumir a presidência do partido) ou, no pior dos cenários, que surgissem mais candidatos.
Não tanto por, eventualmente, haver alguém mais credível, mas por causas meramente tácticas que, objectivamente, poderiam levar à divisão de votos e, desse, modo, a um resultado eleitoral diferente do esperado.
Juntar todos os candidatos à liderança do partido, assumidos ou não, em tão badalada reunião magna - a dez dias da eleição do novo líder - era algo que obrigaria, mesmo o mais céptico dos cidadãos, a acreditar que poderiam surgir novas ideias e novas propostas de solução para os problemas com que o país e o mundo se debatem e, por isso, fixar-se em frente ao televisor para conhecer, em primeira mão, as soluções ambicionadas era exigência de cidadania.
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