PS ENCONTRA FRAGILIDADES NO PROCESSO
O Executivo da Câmara de Paredes reuniu extraordinariamente (!), destacando-se, na ordem de trabalhos, a deliberação do processo disciplinar instaurado em Junho deste ano, a um funcionário da autarquia, primo do vereador e então responsável pelo pelouro do Ambiente.
O Executivo da Câmara de Paredes reuniu extraordinariamente (!), destacando-se, na ordem de trabalhos, a deliberação do processo disciplinar instaurado em Junho deste ano, a um funcionário da autarquia, primo do vereador e então responsável pelo pelouro do Ambiente.
O Jornal de Notícias avançou, nessa altura, que a respectiva autarquia “adjudicou, por ajuste directo, vários serviços à empresa da mulher” daquele chefe de Divisão.
O então e actual presidente de Câmara anunciou, quando se tornaram públicos esses ajustes directos, que seria aberto um processo de averiguações e que o mesmo “terá de estar concluído no espaço de oito dias". 150 dias depois chega a decisão final.
Do processo disciplinar resultou a pena de suspensão, por 60 dias, do funcionário Vasco Mendes - que, pelos vistos, carrega consigo a enorme responsabilidade de ser primo do, à data, responsável pelo pelouro do Ambiente - sem qualquer tipo de sustentação.
Os vereadores do Partido Socialista na Câmara de Paredes votaram contra a decisão, tendo em consideração que as conclusões do processo disciplinar “estão cheias de falhas e de imprecisões” e, também, porque “não foi fundamentado o porquê da aplicação de uma suspensão de 60 dias”.
Os socialistas dizem que “todas as conclusões do processo são vagas e imprecisas” e sustentam que a “primeira conclusão revela que o arguido fez várias adjudicações e procedeu à validação da facturação de diferentes bens e serviços à sociedade "Organigarden", sem quantificar as adjudicações, elemento fundamental para apurar o número de infracções disciplinares cometidas e para determinar a pena a aplicar”.
Mais informação disponível em:
http://www.scribd.com/doc/24190080
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