Por Artur Penedos, no jornal Público de 14-10-11
Artur Penedos analisa as alterações que o Governo pretende fazer nas questões laborais, designadamente no que respeita ao conceito de justa causa no despedimento, num artigo de opinião a não perder, na edição de 14 de Outubro (pág 41) do jornal Público.
A coligação que governa o país baseia-se num acordo pós-eleitoral, celebrado em Junho passado, com o compromisso de, entre outras coisas, melhorar as condições de vida dos cidadãos através da aceleração da retoma económica.
Cem dias passaram e, de retoma económica, nada se viu. Bem pelo contrário, nessa como noutras áreas, foi só desgraça. Vejamos o que verdadeiramente quer fazer o governo em matéria de emprego.
Pelos anúncios que vêm sendo produzidos, a receita que mais agradaria ao governo passaria pelo aumento da precariedade nos vínculos laborais. O ministro da economia e do emprego, em recentes declarações, anunciou uma nova modalidade para o despedimento por inadaptação.
O modelo permitiria aos empregadores despedir, sem justa causa, os trabalhadores que não atingissem os níveis de produtividade ou de qualidade desejados! Depois de tão desastrada ideia, o ministro já disse que devemos estar calmos, porque “ninguém quer acabar com a justa causa”.
No “Acordo Tripartido”, realizado em Março passado, na Concertação Social não há orientações para alterar o conceito de justa causa no despedimento.
É inaceitável que o governo, pela mão de Álvaro Pereira, tente enganar os portugueses, dizendo que só está a implementar aquilo que foi acordado no memorando de entendimento com a Troika.
Clique no link para ler o artigo na íntegra
http://pt.scribd.com/doc/68789337/

A coligação que governa o país baseia-se num acordo pós-eleitoral, celebrado em Junho passado, com o compromisso de, entre outras coisas, melhorar as condições de vida dos cidadãos através da aceleração da retoma económica.
Cem dias passaram e, de retoma económica, nada se viu. Bem pelo contrário, nessa como noutras áreas, foi só desgraça. Vejamos o que verdadeiramente quer fazer o governo em matéria de emprego.
Pelos anúncios que vêm sendo produzidos, a receita que mais agradaria ao governo passaria pelo aumento da precariedade nos vínculos laborais. O ministro da economia e do emprego, em recentes declarações, anunciou uma nova modalidade para o despedimento por inadaptação.
O modelo permitiria aos empregadores despedir, sem justa causa, os trabalhadores que não atingissem os níveis de produtividade ou de qualidade desejados! Depois de tão desastrada ideia, o ministro já disse que devemos estar calmos, porque “ninguém quer acabar com a justa causa”.
No “Acordo Tripartido”, realizado em Março passado, na Concertação Social não há orientações para alterar o conceito de justa causa no despedimento.
É inaceitável que o governo, pela mão de Álvaro Pereira, tente enganar os portugueses, dizendo que só está a implementar aquilo que foi acordado no memorando de entendimento com a Troika.
Clique no link para ler o artigo na íntegra
http://pt.scribd.com/doc/68789337/
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