Por Artur Penedos, no jornal Público de 21-09-11
O pouco tempo de governo deste primeiro-ministro é suficiente para se perceber que tem uma enorme insensibilidade social e que não percebe os efeitos e consequências da brutalidade das suas decisões.
Esta é a opinião de Artur Penedos, expressa num artigo de opinião, a não perder na edição de 21 de Setembro (pág 35) do jornal Público.
O PM determina que o povo se abstenha de fazer agitação social. Esta atitude, repetidamente assumida por Passos Coelho, parece resultar da ideia de que é preciso falar grosso e mostrar quem manda.

Esta é a opinião de Artur Penedos, expressa num artigo de opinião, a não perder na edição de 21 de Setembro (pág 35) do jornal Público.
O PM determina que o povo se abstenha de fazer agitação social. Esta atitude, repetidamente assumida por Passos Coelho, parece resultar da ideia de que é preciso falar grosso e mostrar quem manda.
O que me preocupa não é tanto esta atitude do PM. O que me aflige é que possa ser acompanhado por outras entidades, nesta tentativa de condicionar os “Direitos, Liberdades e Garantias” dos portugueses.
A Igreja, por exemplo, acaba de se juntar ao PM e parece querer interferir na liberdade de manifestação e no direito à indignação dos portugueses. O caminho indicado, pasme-se, foi tentar condicionar os sindicatos, dizendo-lhes que o direito à greve deve ser exercido com temperança!
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