A VERDADE É COMO O AZEITE … VEM SEMPRE À SUPERFÍCIE


Por Artur Penedos, no jornal Público de 24-08-11

O que se vive no seio do governo português não augura nada de bom, especialmente para a dívida soberana.
Esta é a opinião de Artur Penedos, expressa num artigo de opinião, que pode ser visto na edição de 24 de Agosto (pág 31) do jornal Público.

Há meses atrás, em Portugal, por mero tacticismo político (digo eu), dizia-se que as dificuldades que o país atravessava eram consequência da incapacidade, mesmo intolerância, de José Sócrates e do seu governo.
Alguns fazedores de opinião continuam a culpá-lo, em especial, pelo desemprego e os dramas que lhe estão associados e pelo reduzido crescimento da economia, para dar a ideia de que o drama era português e a culpa do Primeiro-ministro – na Espanha, em finais de 2008, havia cerca de 1,8 milhões de desempregados e, actualmente, infelizmente para eles, aproximam-se dos 4,5 milhões.
Para mostrarem que tinham razão, disseram que estaríamos a “infectar” as economias mais próximas, sobretudo a espanhola e que só havia uma solução, recorrer ao FMI e a eleições antecipadas.
Cumpriu-se a sua vontade, os desejos de Cavaco Silva (o discurso de posse foi o “tiro” de partida) e Passos Coelho, titubeante, disse que era cedo para ir ao pote, mas com o “incentivo” do PR, derrubou o governo, chumbando na AR as medidas acordadas com Bruxelas, que mais tarde abraçou, reforçando os sacrifícios para o povo, sem prévia exigência da Troika.


Mudamos de governo e o que aconteceu? (…)


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http://pt.scribd.com/doc/63002996/




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