O DEVER DE INFORMAR


VISTO E PRATICADO NO INTERIOR DO PAÍS

A comunicação social tem, ou deveria ter, com os destinatários da informação, um compromisso. Esse, sustenta-se na missão dos jornalistas, que é o de capacitar os cidadãos de que o jornalismo livre é considerado condição fundamental para a realização da democracia.
Esse papel, para quem desconhece (ou o esquece deliberadamente), conforma-se na liberdade de imprensa e concretiza-se quando, como se refere no seu quadro deontológico, assume que seu dever abrange o direito de informar, de se informar e de ser informado, sem impedimentos nem discriminações.
O que observamos em Paredes? A negação desses princípios, especialmente no que toca a direitos dos leitores.

E, para que não venham acusar-nos de sectarismo, de perseguição aos jornais locais (quando o nosso papel, dirão, deveria ser o de combater politicamente os outros partidos) deixamos aqui alguns exemplos muito recentes e elucidativos.
Os vereadores do PS têm tido a preocupação de, após a realização das reuniões de câmara, tornar públicas - através de Notas Informativas - as posições que assumem, bem como transmitir a sua visão do que ali se passa e que, pelo menos uma vez por mês, está vedado ao conhecimento e observação do público e da comunicação social.


Clique no link para ler o artigo na íntegra:

http://www.scribd.com/doc/30352985/


A este propósito recorde o comentário ao artigo «Assessores e … “compradores”»

"Uma cidadã, incomodada com o teor dos escritos de Nuno Santos, enviou-me um deles e, por variadíssimas razões, decidi comentá-lo. Faço-o apenas por respeito à indignação revelada pela pessoa que me fez chegar tão “estimulante” escrito".

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